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|Ronan Dannenberg| Repórter, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Namoro. Roupa preta, sorvete, Rock 'n' Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet, anjos e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor, por mais que eu não procure fazer nada para alcançar isso. BRASIL, Homem |
Não adianta o choro. Os gremistas passaram a semana toda buscando esperanças de ver uma derrota colorada. Que o Abel Braga é só vice, que o Clemer não falhava faz tempo, que isso, que aquilo... Até os colorados, como são, temiam o pior, em suas manias de encontrar resultados antes do tempo. E, caralhos, o Grêmio já tem duas Libertadores!
Além de ter um ótimo time, o Internacional contou com a sorte. E que sorte! Não pegou nenhum time argentino e nenhum de expressão dentro da Libertadores (a não ser o São Paulo). Já o time paulista, que tem um excelente elenco também (senão melhor), ou fez cagadas nessa final (méritos também para Buricy Caralho, que perdeu o duelo com Burrel Braga) ou teve um azar tão grande que não contou com Ricardo Oliveira para a partida de volta e ainda teve um acidente que vitimou seu terceiro goleiro reserva, entre outros resultados de mandingas que deram muito certo.
O Inter conquista a Libertadores com méritos. Nas finais jogou com maestria. O título implica em diversos aspectos, inclusive mudar cantorias e flautas do torcedor rival. São coisas que hora ou outra chegam. Vai meio que desmanchado para o Japão (a não ser que remonte o time), mas ainda com chances de ganhar o título munidial.
Isso graças à preparação antecipada de Perdigão, que treina intensivamente para marcar Ronaldinho (ô merda!!!).