|
|Ronan Dannenberg| Repórter, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Namoro. Roupa preta, sorvete, Rock 'n' Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet, anjos e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor, por mais que eu não procure fazer nada para alcançar isso. BRASIL, Homem |
Quando a Globo contratou uma leva de apresentadores de renome (que não significa necessariamente qualidade) há alguns anos atrás, como Ana Maria Braga, Serginho Groisman e Jô Soares, fiquei matutando como a emissora encaixaria novos programas para esse povo todo em uma programação já deentora de uma grande um pouco complicada.
Nem é preciso acompanhar TV para ter idéia da confusão que ainda se faz hoje. Pegue um jornal e veja a grande programação. É uma salada indigesta.
Na época, a Globo armou as contratações de tantos ícones para foder, literalmente, com a audiência de seus concorrentes. A vitória foi alcançada, vendo por esse lado. No entanto, longe de um efeito esmagador.
Até hoje, a emissora do falecido Roberto Marinho luta com suas próprias adversidades. Muita coisa para por em um dia. Sabidamente, as novelas e os telejornais tem seus espaços obrigatórios. Assim, prejudica os horários da programação local (vide RBS - ou alguém acha que Galpão Crioulo na madrugada de domingo dá audiência?) e outros programetes de menor expressão, como o horário infantil (que o SBT tá dando um banho).
Assim como este nobre cavalheiro, a Globo precisa de dias mais largos. Poderia ser como o Unibanco: 30 horas.
Obviamente que estava morto. Não precisava desses dizeres. Exagero. Burrice. Tudo escancarado no comportamento do casal ao fundo.
Sim, e os poc pocs.
Coisa irritante. A cada poc, eu me virava. Olhava para trás para ela se mancar. Casal de ignorantes.
E não é que ela atende o telefone no meio do filme? Pior! Ela está ligando!
- Mãe, esqueci de pegar dinheiro...
Estúpida. E é daquelas que comenta o filme. E o babaca ao lado responde. Sem contar os poc pocs.
Ela se mexia tanto que parecia estar oferecendo o clitóris ao parceiro. Dê-lhe poc pocs. Devia estar calçando um coturno ou uma bota de cowboy com um bom bico metálico.
Poc pocs.
Vou me virar. Por favor, isso tem que acabar. Me contive.
Termina o filme. O casal se levanta. Ele, o bonitão que vai na academia e deve ter um Golf rebaixado com panelões. Ela, loira. Peituda e bunduda. Calçando algo de madeira maciça.
Deu vontade de pegar aqueles calçados e fazer poc pocs na cabeça dela. Puta.