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|Ronan Dannenberg| Repórter, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Namoro. Roupa preta, sorvete, Rock 'n' Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet, anjos e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor, por mais que eu não procure fazer nada para alcançar isso. BRASIL, Homem |
Datas como Natal e Ano-novo sempre são motivo de grande exposição, tanto midática (que se torna até apelativa) como comercial. Em meio a isso, existe o fortalecimento que ambos os fatores ganham devido ao poder dos costumes, que vão desde a sentimentalismos exarcebados a meros interesses que, até certo ponto, chegam a serm infantis.
Sabidamente (pois vivo reclamando), me faltam tempo e dinheiro. Situação comum para muitos, ainda mais os que se deturpa em nome da amada profissão relacioanda à comunicação social. Pois bem: em meio a isso, tudo se torna correria, estresse, procura e não-achismo. Ontem, vivi isso. Em cidade do interior, as lojas estavam mais do que lotadas. O ruim não era isso. O problema é que todos vendem a mesma coisa. Calores insuportáveis, dores de cabeça instigantes e o seu bolso se tornando cada vez mais vazio ou endividado.
"Mas que coisa, Ronan! Deixa de ser reclamão!". Calma, calma...
Goste ou não de Natal e Ano-novo, as datas nos trazem um sentimento que é único, positivo ou não. O importante é que a data volta-se para uma tradição. Hoje, a religião fica em segundo plano, praticamente. E sobressai a felicidade suprema, de um simples gesto. Todo o estresse que passamos na véspera só tem seu resultado positivo quando vimos o sorriso de outra pessoa ao receber algo que tanto gostou.
Boas festas a todos.