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|Ronan Dannenberg| Repórter, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Namoro. Roupa preta, sorvete, Rock 'n' Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet, anjos e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor, por mais que eu não procure fazer nada para alcançar isso. BRASIL, Homem |
Publicado hoje, no Whiplash!:
Em entrevista à Launch Radio Networks, OZZY OSBOURNE disse, para surpresa geral, que nada tem a ver com a saraivada de ovos que sua esposa, Sharon Osbourne, levou a cabo contra o IRON MAIDEN, em San Bernardino, Califórnia, no dia 20 de agosto, durante a última apresentação da Donzela de Ferro no festival intinerante Ozzfest.

“Não tenho absolutamente nada a ver com aquilo tudo e não concordo com nada daquilo”, afirmou categoricamente Ozzy. “Mesmo com o vocalista deles dizendo péssimas coisas a meu respeito, como ouvi dizer depois, mas eu nunca o ouvi pois nunca fui vê-los ao vivo. Mas naquela noite, o baixista deles [Steve Harris] veio até meu camarim e me disse: ‘desculpe-me pelo nosso vocalista’. Eu estava totalmente confuso sobre o que o cara estava falando”, reiterou Ozzy.
Este é o verdadeiro Madman. As citações do vocalista só reiteram o que Sharon Osbourne é capaz de fazer e ser. Alguém, por favor, mate essa mulher.
Essa denominação é de Paulo Sant'anna. Caso Internacional, Grêmio e Novo Hamburgo sejam campeões das respectivas divisões a qual disputam, haveria uma tríplice aliança: todas as divisões ganhas por gaúchos.
No entanto, é complicado que o Inter venha a conquistar o título. Mesmo com a fiasquenta derrota de ontem para o Paraná, o time segtue com boas chances. Porém, o Internacional tem dessas: morrer na praia. Em momentos decisivos, a equipe parece amedontrar-se. Quando precisa de um resultado positivo mais do que nunca, o time perde. Veremos. As chances permanecem grandes. Muito grandes.
Já o Novo Hamburgo segue bem na Série C. Sem grandes vantagens, diga-se.
O grande problema está no Grêmio. E explico: se o Inter não for campeão, tudo bem, não estava tão fácil assim e a primeira divisão é uma competição deveras difícil. Se o Nóia não subir para a Série B, ok, não se trata de uma sangria desatada. Mas o tricolor na segunda divisão é um terror!
Um time que tem títulos com ser o de Campeão Mundial não pode estar na situação que está. A situação mais grave é a do Grêmio. Se permanecer na Série B, 2006 vai ser muito complicado. Menos verbas, mais difícil (ainda mais se Atlético-MG e Flamengo caírem) e mais ardil. A segundona tem piores árbitros, viagens mais longas, gramados horríveis, condições precárias...
O jogo de amanhã à tarde é decisivo. Uma vitória é necessária para que o tricolor coloque mais uma pedra sob o fantasma da segunda divisão. A Portuguesa, segundo as estatísticas, é freguesa.
A trílpice aliança pode até não ocorrer. Porém, o Grêmio não pode continuar na situação que está.
Minha amada sabe disso: eu nunca gostei de gatos. Aprendi a ter uma melhor relação com eles quando ela ganhou o Gato de um grande amigo. Quando começamos a morar juntos, adquirimos um angorá, de nome Bruce. Ele é um gato temperamental, de fases, mais é um bicho legal.
Contudo, o ter um gato ou qualquer animal de estimação requer uma disponibilidade de recursos.

Veja bem: Bruce (o da foto acima) precisa de um antipulgas, de ração, uma tosa (pois ele é angorá e tem muito pêlo), de banhos freqüentes (desafio para minha amada), de areia e de vacinas e demais medicamentos.
Ao mesmo tempo, Bruce nos oferece algo que somente um bichano pode dar, afeto diferenciado. Isso vale o investimento.
Só não comecem com o papo de que há pessoas morrendo de fome no mundo e esse dinheiro poderia ser investido nisso. Sem essa. Sei que existem, mas não é culpa minha.
Mas não vamos entrar nessa discussão. Até porque preciso limpar a caixinha do gato...
Ontem, eu estava mais uma vez em uma aula pesada (não diria chata) de Crítica da Mídia. Enquanto o professor Toni falava sobre a Sociedade da Informação, meus sonolentos olhos observavam as pessoas sentadas ao meu redor.
Constatei uma coisa: cofrinho é atributo de beleza.

Eu estava sentado quase que exatamente no meio da sala de aula. Em um ângulo de visão de 180º, vi três gurias com seus respectivos cofrinhos à mostra. Das três, duas são minhas amigas. A outra eu simplesmente conheço. Entretanto, não pareciam incomodadas.
Hoje, estamos na sociedade onde se veste calças de cintura baixa. Baixíssima. Nisto, o cofrinho, inevitavelmente, aparece. A não ser que a mulher (ou o homem) tenha uma enorme habilidade para esconder o atributo.
No entanto, não vejo preocupações com isso. A mulher senta e, plim, exibe seu cofrinho.
E existem os mais variados: os branquinhos, os bronzeados, os com marcas de bronzeados, os tatuados, os com pelinhos, os mal cuidados...
Sabemos que os homens, principalmente os brasileiros, são ficcionados por bundas. Agora, mostrar parte dela seria um atrativo?
Pelo que se vê, sim. Pelo menos acho que as mulheres pensam isso.
A última noite de sono não foi das melhores. Não reclamo do calor de minha amada, óbvio. No entanto, um queijo lanche deve ter sido o causador do estrago em meu estômago, fazendo com que, oralmente, eu colocasse até minha alma para fora.
Contudo, o meu sono interrompido ainda teve tempo para sonhar estranhamente. Nele, um casal de amigos estava numa crise. Isso porquê o homem do casal me mostrou um vídeo em seu celular onde ele transava com a namorada. Quando eu via o video, ela chegou, viu, e ficou chocada. Choro, muito choro. Fui acalentá-la enquanto o outro achava bobagem o que ela estava fazendo. Não muito tempo depois, ela já estava mais calma e novamente nos braços de seu namorado.
A situação do sonho é extremamente exagerada, mas denota algo que esse casal representa. Eu diria: uma mulher bonita, legal, gente fina pacas com um cara boa praça, parceiro, mas porra loca. Acho que não se merecem. Mas, quem sou eu para meter o bedelho (já metendo)?
Como a segunda divisão é sofrida. É mais legal, até, torcer nela do que na primeira. Na segunda, é altamente necessário torcer, pois quase que em 100% das apresetações o futebol é de doer.
Ainda assim, o Grêmio arrancou um empate heróico de Recife. Confesso que não entendo até hoje como o Santa Cruz pôde ser líder da competição o tempo todo. Entretanto, a sua torcida e o time somam um desrespeito que resultam em um não-merecimento deste time em subir para a Série A.
Fatos: o Grêmio precisa melhorar suas conclusões, precisa arrumar de vez o meio-campo e precisa acionar com decência o médio talento de Ricardinho. Podemos até voltar com esses problemas. Porém, seria menos sofrível sem eles não existissem.