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|Ronan Dannenberg| Repórter, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Namoro. Roupa preta, sorvete, Rock 'n' Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet, anjos e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor, por mais que eu não procure fazer nada para alcançar isso. BRASIL, Homem |
Por frações de segundos eu poderia estar junto aos envolvidos no acidente desta manhã. Após concluir a reportagem sobre a manifestação dos trabalhadores no Pólo Petroquímico, na manhã de ontem, segui com o veículo da empresa em direção a Montenegro. Na minha frente, um casal trafegava com uma moto a 80 quilômetros por hora. De repente, um automóvel branco surge à direita, vindo de outro acesso. No entanto, junto ao trevo, o veículo avançava sobre a RS 124. Me afastei da moto, prevendo o pior. O condutor da moto chegou a buzinar, mas não a tempo: acabou chocando-se violentamente com o Gol.
O casal praticamente ‘voôu’. Por pouco a moto não cai sobre um deles. Durante esse momento, piso com toda a força no freio do veículo e faço o desvio, tanto para evitar bater no Gol como para não atropelar o homem e a mulher, que ainda rolavam pelo chão. Como fiz isso? Não sei.
Estacionei o veículo e fui tentar socorrer as vítimas. A mulher aparentava-se tranqüila. O homem exibia uma fratura exposta na perna direita, gritando de dor. Contudo, ele foi facilmente acalmado, tanto por mim como pelo condutor do Gol. Foi então a vez da mulher entrar em desespero. Mais pessoas vieram ajudar. Pedi para que alguém cuidasse dela enquanto fui pedir socorro. Voltei à manifestação, cerca de 700 metros do local do acidente, para chamar a Brigada Militar. Policiais no local, a situação foi controlada.
Após, vi o veículo da empresa intacto, somente com as marcas de óleo e borracha sobre o lado direito do capô. Por um triz, eu escapei do acidente. Vi de perto o que a imprudência e um mínimo de desatenção podem provocar. E as conseqüências são mais do que graves.

É, caros amigos... dessa vez não liguei pra ninguém, não fiz menção nenhuma, não movi uma palha. Simplesmente me ligaram elucidando a vontade de colocar uma matéria sobre o HeavyRS.com no Radar, da TVE.
Legal isso. Sei que manter esse site, às vezes, é penoso. Muitos custos e falta de estrutura me condemam a um martírio estressante e cansativo, mas que traz resultados altamente positivos depois de tudo estar na telinha do computador. Contatos foram efetivados, shows vistos, entrevistas realizadas, enfim... mesmo que a passos bem curtos, o HeavyRS.com está crescendo.
Bom isso. Excelente. Tomara que alcance ainda pontos mais altos, que antes não eram nem sonhados, porém já se tornaram pretendidos.
Detalhe: gravaremos a entrevista no dia 28, às 19 horas, na Zeppelin, em Porto Alegre. Não sei quando vai ao ar, mas é para um quadro novo do programa, que visa mostrar "sites diferentes" do RS. Então, que seja!
Costumo me desligar de qualquer informação midiática e/ou jornalística durante o fim de semana. Sou repórter e não entendo a minha incapacidade de estar sempre disposto a assimilar cargas de notícias por uma quantidade de tempo muito extensa.
Eis que passo o fim de semana quase que inteiro sem saber do fato que tirou a vida do brasileiro Jean Charles.
Por acaso, estava esperando a minha vez de jogar vídeogame enquanto tomava chá de morango na sala da casa dos meus pais. Fico zapeando os canais da TV e um milagre faz com que eu pare no chato Fantástico. E eis que a notícia soa em meus ouvidos.
O pior de tudo é que a frieza britânica e a idiotice posicional de países de primeiro mundo faz com que o ato receba elogios dos ingleses.
Osama deve estar rindo à toa.